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Aquele 8 de março – 4 anos de casados

Eu lembro tão bem daquele 8 março,que quase posso tocá-lo. Há 4 anos atrás, fez um sol incrível, indo contra toda a previsão do tempo que era de chuva o dia todo. Mas não caiu uma só gota do céu. Daquele céu azul de um típico dia perfeito para uma praia. Lembro também de uma família unida, que acordou cedo e foi em peso fazer arranjos de flor, arrumar mesas, instalar luzes. De amigos maravilhosos que  fizeram o mesmo. Lembro de uma correria boa, de uma ansiedade saudável. Mas sobretudo lembro da felicidade que senti naquele dia. Um amor que transbordava. Nunca tinha me sentido tão feliz, e não imaginava que seria tão intenso, foi além de todas as minhas expectativas. Tinha a presença de Deus, tinha a força espiritual da aliança que estava sendo consagrada ali. Ainda bem que eu me abri para acreditar que há mais além do que meus olhos podem enxergar, porque assim eu pude sentir toda a intensidade daquele momento. O nosso momento. O momento que passamos a dividir nossa vida de verdade. Sério, eu achava que já fazíamos isso antes do casamento. Mas aquele 8 de março de 2014 me mostrou que havia mais, e que o mais estava ali, agora e para sempre. Entre os abraços, os sorrisos, os desejos mais sinceros de pessoas queridas. No abraço do Dhanner, no beijo dele que ficou incrivelmente ainda mais acolhedor. Não sei como explicar, não sei se você conseguirá entender, mas uma nova atmosfera surgiu em nossa vida, ali, naquele 8 de março, quando nossa aliança trocou de dedo.

Outra coisa que lembro bem é do cheiro do Dhanner, era o mesmo cheiro de sempre,  mas de uma forma mais marcante. Lembro que a cada abraço, a cada beijo eu não conseguiu deixar de perceber como aquele cheiro era bom. O cheiro do homem da minha vida, do meu amor para sempre. De lá para cá se passaram 4 anos, e temos vivido intensamente esse casamento. Nem sempre é perfeito, mas conseguimos sentir, ver, viver situações incríveis, bençãos que se não vem do céu, não sei como explicar. Vencemos barreiras, começamos projetos, conquistamos tanta coisa. Tem sido muito além do que pedimos, pensamos e sonhamos. Eu acredito que o nosso sim, os nossos votos, a nossa aliança tem uma força sobrenatural. E Ela tem nome, chama-se Deus, também conhecido como Amor. Hoje nós só podemos agradecer, e comemorar. Por estarmos juntos. Por nossa vida. Por tantas lembranças. E por aquele 8 de março, que eu me lembro tão bem que quase posso tocá-lo.

 

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Sobre ser mulher, sobre ser eu.

Ultimamente ando bem reflexiva, acho que deu pra notar. Na verdade acho que sempre fui assim, mas agora tenho tentado parar e avaliar as coisas. Refletir sobre elas. Sobre ser mulher, sobre ser eu, Karina A vida de adulto não é fácil, todo mundo sabe disso. E quando você é mulher, muitos podem não concordar mas, tudo pode ser ainda mais complicado.

Vou falar de mim mesma, como mulher, que estuda, trabalha fora, cuida da casa e que ainda tem digamos, certas habilidades. Saber fazer as coisas é bom, mas cansa gente. Exemplo, eu cozinho, então quase tudo que quero comer eu que faço. E aí para ganhar tempo no futuro eu perco muito tempo no presente. Faço comidinhas para congelar, pesquiso aqui, testo ali e lá se foi a manhã toda. Quero trocar as almofadas da sala, e lá se vai mais tempo. Pesquisa referências, sai pra comprar tecido, costura, lava, passa, e voilá, almofadas novas. E muitas vezes a distância entre a compra do tecido e a costura são de alguns meses, porque né entra aí mais um monte de coisa que atras atudo, e parece que fica algo aceso lá no cérebro sempre lembrando de mais essa tarefa a cumprir. Só alguns exemplos de muitos que poderia dar, e junto a tudo isso limpa casa, faz almoço, faz algo pra tomar café, e vai jantar o que? Já limpou a coifa esse mês? Os ventiladores estão empoeirados de novo, tem que trocar a roupa de cama, mas antes limpar a caixa de gordura, e tem pilates, e agora o pilates virou natação ( a coluna agradece), e as contas pra pagar? Vixe venceu, corre pro internet banking (bendito seja). A manhã se foi, almoça correndo e vai trabalhar, volta pra casa, comer o que? Tem que ser low carb agora, precisamos perder peso, ufa, e a cabeça não para. Pera, chegou a sexta, e vai fazer almoço mais cedo, ir trabalhar mais cedo porque tem francês à noite, pardon, c’est la vie.

Sim sou dona de casa em tempo integral sem o tempo integral. Sou também mestra em comunicação, estudo pro doutorado, faço freela de redatora e revisora. Tem também o canal do youtube. É muita coisa eu sei, mas eu amo isso. Amo estudar, cozinhar, ter minha casa decorada e arrumada, escrever. Tenho ajuda em casa? Sim, mas minha cabeça não para porque sempre tem muita coisa para organizar. Mulheres são organizadoras natas, na maioria dos casos. E essa necessidade de organização traz junto, pelo menos pra mim, fadiga e culpa também. Me sinto culpada por não ver as pessoas que amo com mais frequência. O quadro de tarefas é extenso. E tem o lazer que a gente já se programa pra fazer a dois. Ou a um. E tem os amigos, bora marcar? E aí a família cobra e eu não consigo agradar a todos e ainda fazer tudo que preciso, tenho tentado a tal otimização de tempo, mas e descansa quando? Por isso decidi há uns meses que vou parar de me culpar por isso, quando não dá, não dá. Sempre procuro arrumar um tempinho para aqueles que amo, mas e quanto a mim?

Então essa é a realidade, não posso estar perto o tempo todo. Juro que gostaria de estar mais. Mas decidi me dar um pouco de tempo nesse 2018. A unha ainda não é feita regularmente, será que eu chego lá? Mas tenho pedido mais delivery, pensado numa faxina paga, e deitado no sofá sozinha pra relaxar e não fazer nada. Antes pasmem, me sentia culpada até por fazer isso, pensava no que tinha pra fazer e me jogada na empreitada ao invés de me dar um momento. Agora quero alguns momentos da minha vida pra mim, obrigada, de nada.

Ah e não estou reclamando de nada, é só um desabafo e talvez um diálogo com alguém, que como eu, se enche de culpa por não dar conta de tudo. Eu tenho consciência de que eu sou assim, que me preocupo demais, mas alguém tem que fazer esse serviço né?

E quero marcar mais com os amigos. Quero ver mais a família. Mas antes de tudo preciso viver a Karina.

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Eu e os trinta e poucos anos

Em 2017 eu fiz 33. Não escrevi nada aqui não sei porque. Provavelmente a falta de tempo. Mas esses dias pensando na vida, na minha vida, resolvi escrever. Porque muita coisa mudou na minha vida depois dos 30. Nem tudo para melhor, mas de certa forma sinto que a passagem para os trinta me mostrou realmente o que é maturidade. Talvez aos 40 eu perceba que não era tão madura assim, mas por enquanto sigo pensando que sou mais madura que aos 20 e poucos de uma forma que não imaginava que seria.

O que sei é  que antes dos 30 eu me importava muito com o que as pessoas iriam pensar. Pensava nas opiniões do mundo ao meu respeito. O que vão pensar se eu largar meu emprego, que me dá certa estabilidade e paga as contas no fim do mês? O que vão pensar se eu não me casar, não tiver filhos? O que vão pensar se eu não trabalhar na minha área de formação? O que vão pensar se eu não viajar pra Europa como todo mundo faz? O que vão pensar se eu disser que não conheço a música do momento? Que não concordo com várias coisas que são senso comum por aí? Enfim, eu deixava de falar muito, deixava de fazer, não por falta de vontade, mas por achar que as pessoas ao meu redor não aprovariam certas atitudes. Achava que ir contra a multidão não era uma opção.

E foi quase aos 30 que comecei a entender que não era bem assim, que eu não precisava viver de acordo com molde algum. Com 29, um mês antes de me casar, fui demitida e saí da sala do meu ex-chefe sorrindo. Feliz porque era exatamente o que eu queria mas não tinha coragem de o fazer. Alguns dias depois um amigo me perguntou se não estava batendo um desespero por não ter mais um emprego. Eu olhei pra dentro de mim naquele momento e percebi que não, que eu estava bem, que não queria um emprego naquele momento. Não que eu não precisasse, eu ralei muito desde então pra pagar as contas, mas eu precisava investir um pouco em mim, em outros projetos que eu tinha há tempo, e que deram certo graças a Deus. Não vou dizer que foi fácil, não foi mesmo. Dizer não para várias boas propostas para voltar a trabalhar na mesma área não foi tranquilo. Mas tive que fazê-lo, sabia que não me faria feliz naquele momento. Percebi sorrisos amarelos, pré-julgamentos de pessoas que não me entendiam, que não sabiam porque eu deixava um bom salário-fixo para viver de trabalhos esporádicos. Nesse tempo me tornei uma cozinheira, uma das paixões da minha vida. Já cozinhava antes, mas agora me dediquei a testar receitas, aprender técnicas, conhecer melhor ingredientes e temperos. Trabalhei todo o ano de 2014 com culinária, e também aprendi a costurar, uma vontade antiga que surgira na infância ao ver minha avó e mãe costurando. Surgiu a oportunidade e eu me lancei.

Falando ainda de 2014, quantas mudanças. Já com 30, passei no mestrado em comunicação na Ufes e eu e Dhanner, agora meu marido, demos entrada na nossa casa. Sem emprego, sem estabilidade, mas com toda força e coragem que conquistamos em um primeiro ano de casamento com pouco dinheiro no bolso e muitos desafios. Em 2015 comecei a estudar e fiz uma pausa na culinária como fonte de renda para me dedicar de corpo e alma à minha pesquisa. Fiz amigos incríveis no mestrado. Li pra caramba. Viajei para congressos, publiquei e percebi o quanto estudar me fazia falta. Antes não tinha tempo, não tinha o foco que tenho agora. Em 2015 fiz outra coisa que já tinha vontade há tempos : raspei meu cabelo, abandonei a química que tirava meus cachos, algo que tinha vontade de fazer há tempo, mas não tinha coragem, mais uma vez tinha medo do que os outros iriam achar ou pensar. Esse medo não existe mais. Em 2016 veio a qualificação, mais congressos, mais publicações, mais maturidade acadêmica e a oportunidade de continuar com minha outra paixão, a cozinha. Comecei o curso de gastronomia, aprendi muita coisa nova, terminei minha pesquisa, tentei o doutorado, não passei, mas fiz minha parte, tinha que fazê-lo, valeu a experiência.

2017 chegou com novos desafios. Me tornei mestra em comunicação. Técnica em Gastronomia. Estagiei em um dos melhores restaurantes do estado. De novo, aprendi muito. Forneço comidinhas saudáveis para o negócio de uma amiga. Voltei pra publicidade fazendo o que sempre gostei de fazer, escrever e planejar. Sou redatora e faço planejamento de mídia digital. Nunca deixei de fazer na verdade, nesses 3 anos longe de agência fiz vários freelancers, mas agora faço de forma mais frequente. Também estou estudando para o doutorado, continuo meus testes culinários e dando continuidade ao meu canal de receitas no youtube, afinal o que me faz bem precisa ser compartilhado.

São 3 anos na casa dos 30. 3 anos casada com o homem que mais me entende nesse mundo, embora não me entenda por completo, porque nem eu me entendo. Ao longo desses 3 anos fiz um mestrado, um curso de modelagem e um curso de gastronomia. Fui fornecedora de inúmeras festas, de aniversários a casamentos. Viajei para dois países da América do Sul, e já tô com mais um engatilhado. Conheci várias cidades do Brasil, a lazer com o Dhanner e em congressos com amigos do mestrado. Vi minha irmã se tornar uma mãe, e eu tô realizada em ser só tia por enquanto. Ainda  não  penso em outras situações envolvendo filhos, e eu e Dhanner estamos bem com isso. Nesses 3 anos também vi outra pessoas crescendo e amadurecendo, Dhanner, meu marido que profissionalmente tem se tornado um grande especialista em e-commerce e marketing digital. Sou uma esposa orgulhosa. Nos últimos 3 anos compramos nossa casa, reformamos e a estamos  decorando. Nossa família cresceu, Dinah ganhou um irmão, nosso Oliver. Não me importo mais com cobranças do mercado de trabalho, das pessoas, do mundo. Me lanço em tudo que eu acho que vale a pena. Tenho uma vida flexível e um milhão de projetos, alguns já iniciados. Perdi “amigos” porque não sou mais a pessoa legal que só posta coisas bonitinhas e deixa de falar o que pensa. Porque parei de sair com frequência, por falta de grana ou porque estava com muitas tarefas. Mas ganhei outros amigos, que estão em sintonia comigo. Que me amam pelo que sou. Com isso aprendi que amigo de verdade a gente tem poucos mesmo, minha opinião.

Há tanto para se fazer, me percebo hoje como uma parte ativa da sociedade, minha vida não tá separada da do restante, preciso me movimentar pra ajudar o mundo a girar da melhor forma possível. Por isso me posiciono politicamente, por isso não quero parar de estudar, de me manisfestar. Não faço muito, eu sei, mas minha intenção é evoluir sempre. Enfim, minhas ideias evoluíram, acredito eu, mas sei que não o bastante, nunca o será na verdade, mas o importante é não parar.

Os 20 e poucos foram outra fase, a vivi bem também. Graduação, namoro, morar sozinha, morar em república, primeiro emprego. Mas com 30 estou mais segura de mim, o que é natural né? A vida vai passando e vamos aprendendo com ela. A questão é que me prefiro agora. Meus gostos, minha mente, minha vida. Os 30 não são os novos 20, são simplesmente melhores que a década anterior.

trinta e poucos

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Viagem para o Uruguai

Na semana do carnaval viajamos para o Uruguai e devo dizer que nos surpreendemos com o país. O Uruguai é um país lindo, seguro, com muita comida boa e praias encantadoras. Passamos 7 dias, sendo 4 na capital Montevidéu e 3 em Punta del este o que nos rendeu lembranças inesquecíveis e fotos incríveis.

Chegamos em Montevidéu na segunda, dia 27, às 18 hs. Ficamos hospedados no Hotel Alvear, que fica bem próximo da principal avenida da cidade, a 18 de julho. A rua do nosso hotel era super movimentada, com inúmeros restaurantes, mercado e sorveteria por perto. Além disso na esquina ficava a fonte do cadeados, um dos pontos turístico da capital. O Alvear hotel é um hotel antigo, 3 estrelas, que serve café da manhã. O atendimento foi ótimo e a localização foi perfeita, perto de tudo que precisávamos, além disso, o hotel era super organizado e limpo. Super recomendamos.

No primeiro dia comemos ali mesmo na rua do hotel, num restaurante/café tradicional da cidade chamado Facal. O cardápio é enorme, o atendimento foi ótimo, mas as empanadas que pedimos eram fritas e estavam muito gordurosas. Nunca tinha visto empanadas fritas e devo dizer que prefiro as assadas. Nossa experiência não foi muito boa nesse restaurante, mas eles tem muitos outros pratos, então não dá pra julgar.

Depois voltamos para o hotel para nos prepararmos para o primeiro dia completo de férias =)

AEROPORTO_GUARULHOS

AEROPORTO-GUARULHOS-VISTA

STARBUCKS-GUARULHOS

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Resumo dos últimos meses

Gente eu juro que tenho tentado parar para atualizar o blog. Sei que tem gente que passa por aqui sempre, pessoas que me pedem sempre por atualização, algumas que nem conheço pessoalmente mas que considero pra caramba. Então quero pedir me perdoem. Os últimos meses tem sido corridíssimos. Finalizei minha dissertação, terminei  o primeiro semestre de gastronomia e fiz provas e projeto para doutorado. E, pra completar fizemos uma obra aqui em casa e tudo ficou um caos. Mas o pior já passou e aos poucos a vida tem ficado mais tranquila de novo. Abaixo vou contar um resumo dos últimos meses.

Na segunda metade do ano passado fui para São Paulo apresentar um artigo do mestrado no Intercom que é o maior congresso de comunicação do Brasil. Fiquei uma semana lá e aproveitei pra passear um pouco. Fui com amigas, o que foi divertidíssimo, mas devo confessar que viajar sem o Dhanner é estranho. Isso porque ele é meu companheiro de viagem então o tempo todo eu ficava pensando em como ele ia gostar daquele restaurante novo que eu estava visitando, ou daquele local que estava conhecendo. Sem contar na saudade que dá. É bom a gente ter o tempo da gente, mas eu acredito que quando a gente está num relacionamento o outro também é parte da gente, e deixar essa parte em casa nem sempre é fácil. Mas enfim, a viagem foi muito bacana. Eu, Luna e Ana desbravamos os Jardins, que foi onde ficamos hospedadas. Comemos bem pra caramba, na Augusta. Conhecemos vários cafés. Posamos de modelos no beco do Batmam. Passeamos pela Paulista Aberta e pelo Ibirapuera. Pagamos de finas da Oscar Freire. Fizemos comprinhas na Liberdade. Choramos, rimos e nos emocionamos assistindo Aquarius, que aliás merece um post a parte. Visitamos a exposição Beatlemania e é claro, fomos pra USP no Intercom.

Na semana seguinte fui num bate-volta para o Rio fazer a prova de doutorado de UFRJ. Dessa vez nem deu pra passear, foi uma viagem rápida. O resultado já saiu, passei na prova, mas não na avaliação do projeto, mas vou continuar tentando né. UFRJ é super concorrida mesmo.

Fechei minha dissertação e agora minha defesa está marcada, apresento em março. Fui pra Nova Venécia, minha cidade natal, no fim do ano e aproveitei pra babar bastante no meu sobrinho. O curso de gastronomia entrou de férias, já voltou e está a todo vapor. No fim do ano passado também fizemos uma pequena reforma de 2 semanas aqui em casa. Alguns reparos que tínhamos que fazer e algumas mudanças, mas vou fazer um post sobre isso depois, ainda estamos colocando as coisas no lugar.

Enfim, é isso gente. Deixo algumas fotos desse resumão e vou fazer um post sobre a reforma também.

beijos

K

BECO-DO-BATMAN

BECO-DO-BATMAN2

PARQUE-IBIRAPUERA_SP

INTERCOM

EXPOSIÇÃO-BEATLEMANIA

EXPOSIÇÃO_BEATLES

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Aniversário Ká 2016

Então gente, ainda falta 1 post da viagem a Porto Alegre e eu prometo postar ainda essa semana. Hoje vou compartilhar com vocês um pouquinho de como foi meu aniversário  quinta passada, 4 de agosto. Mas antes uma novidade: no fim do mês passado comecei um curso de gastronomia aqui em Vila Velha, não é superior, é técnico, com duração de um ano. Estou super animada e aprendendo várias técnicas que ainda não conhecia. Como vocês sabem eu amo cozinhar, então está sendo quase terapia pra mim. Além do monte de gente bacana que conheci e que são agora meus colegas de curso.

Mas voltando ao aniversário, bem cedo fui pro curso e quando voltei tinha um bolo de chocolate lindo sobre a mesa me esperando, tudo feito pelo meu marido lindo, que chegou do trabalho e dividiu o bolo comigo. E como ele sabe que eu amo ganhar acessórios de cozinha, veio então o presente perfeito, duas facas de polegadas e cortes diferentes das que já tenho. Quem gosta de cozinhar  vai entender como ganhar facas boas é o presente perfeito.

À noite fomos comemorar só os dois numa hamburgueria que eu já queria conhecer há tempos aqui em VV: o Texas Prime Burguer. Devo dizer que recomendo e está aprovadíssima. Eles tem um cardápio muito diversificado e de dar água na boca. De quebra ainda ganhei a sobremesa como cortesia pelo meu aniversária, e parabéns cantado no estilo country – meio embaraçoso, mas tá valendo.

Quando cheguei em casa ainda tinha bolinho surpresa me esperando com a família. O que fazer  senão comer ainda mais? Ainda teve vídeo do sobrinho dublado pela irmã cantando parabéns pra mim <3, e uma avalanche de mensagens de amigos queridos. Só posso agradecer por mais um ano de vida.

 

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D e K na estrada. Viagem para Porto Alegre

Essa semana vamos para Porto Alegre. Depois postaremos fotos aqui e vamos compartilhar alguns momentos no instagram @karinaiaraujo e @dhanner e no snap karinaiaraujo. Fizemos um super roteiro pra conhecer a cidade e a gastronomia do RS. Quem quiser acompanhar nossa viagem é só nos seguir. E que Deus nos ajude com o frio que tá lá no sul. =)

 

porto-alegre

Foto Google Imagens

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A melhor companhia

Dia desses eu acordei por volta das 5 da manhã e perdi completamente o sono. Acabei levantando para fazer coisas mais produtivas do que ficar na cama tentando dormir de novo. Mas enfim, antes disso, eu olhei para o lado e você estava lá, dormindo lindamente com seu sono pesadíssimo. Eu pensei um pouco na minha vida e nos caminhos que nos trouxeram até aqui, e agradeci por esses caminhos, porque, de verdade, eu não queria que a cama estivesse vazia do seu lado, nem que outro o estivesse ocupando. É você, será sempre você minha melhor companhia. Te amo demais Dhanner Lambert. Gosto dos meus momentos comigo mesma, mas gosto muito mais daqueles em que estou com você. Meu amigo, meu namorado, meu marido, agradeço a Deus por ter você do meu lado. Aquele que raramente me diz não. Que embarca comigo em tudo. Que aguenta meu estresse de mestranda. Que planeja e sonha comigo. Meu companheiro de séries. Meu companheiro de cinema. Me companheiro de viagens. Meu companheiro de vida. Minha vida

 

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Aniversário da minha Mãe e irmão

Minha mãe e meu irmão fazem aniversário em dias consecutivos 16 e 17/06, então ontem, aniversário do meu irmão, resolvemos comemorar os  dois aniversários de uma só vez aqui em casa. Íamos fazer um churrasco, que meu irmão adora, mas resolvemos fazer algo mais prático e fizemos uma noite de pastel, e a festa ganhou o título de Feira, já que o pastel ia ser desses que não resistimos e compramos sempre que vamos à feira (mentira, eu resisto, mas tem gente que não). Frango, carne, queijo e palmito. Sucos. E dois bolos, o da minha mãe tem que ser sem açúcar por ela ser diabética. Acordei cedo pra preparar tudo. Fui no supermercado, esqueci de comprar os ovos. Fui na feira, trouxe os ovos. E prepara bolo, e prepara recheio, e pensa na decoração. E no fim deu tudo certo. Nos divertimos e celebramos os anos de duas das pessoas mais importantes da minha vida. Parabéns mãe! Parabéns irmão!

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