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Convento da Penha – Passeio imperdível em Vila Velha

Se há um passeio imperdível em Vila Velha, este é o convento da Penha.  Situado em um penhasco a  154 metros de altitude e localização privilegiada a 500 metros do mar , o convento é patrimônio histórico e cultural do Brasil. Seu entorno é coberto por uma riquíssima flora de mata atlântica, além da vista  de tirar fôlego: uma panorâmica da cidade de Vitória e Vila Velha, e claro, muito mar. O Santuário da Penha abrange hoje uma área de 632.226 m2.

Carregado de história, o monumento arquitetônico construído no alto do morro, começou a ser edificado em 1568, sendo a princípio uma capela  que recebeu a imagem de Nossa Senhora da Penha, vinda de Portugal em 1569. Ao longo do tempo  sofreu várias ampliações, e, após várias etapas, se transformou no atual Convento da Penha, juntamente com o prédio do museu que é a histórica ex-“Casa dos Romeiros”; residência de hóspedes e as ruínas das antigas senzalas.

O interior do Convento, parcialmente com madeira em cedro entalhada, abriga a  Igreja com sua  Capela-Mor e Altar-Mor, remodelado em 1910, onde há mais de 200 peças de 19 tipos diferentes de mármore que adornam o retábulo e colunas.

Presente  desde os primórdios do povoamento capixaba, quando o   Espírito Santo era uma das capitanias do Brasil, o convento da Penha recebe, todos os anos, milhares de visitantes de todo o país e do mundo, sejam devotos ou não. Uma vista imperdível para você que está de viagem marcada para a grande Vitória. Aqui você vai encontrar, além de muita devoção religiosa, uma rica história, e vai poder tirar lindas fotos e se conectar com a natureza exuberante desse cartão-postal do Espírito Santo.

Nesse dia, fomos bem cedo, e pegamos o nascer do sol, uma experiência incrível. Infelizmente não dá para ver o pôr-do-sol no convento, porque os portões se fecham  todos os dias às 16:45hs.

Horário de Funcionamento:

Portão de Acesso
De segunda à sábado: das 5h15 às 16h45
Domingo: das 4h15 às 16h45

Fonte: http://conventodapenha.org.br/atendimento/

 

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Passeio por Cajon del Maipo – Chile

No sábado decidimos fazer um passeio por Cajon del Maipo, uma região a 100 km de Santiago, aos pés da Cordilheira dos Andes. Fechamos um tour com a empresa Expediciones Manzur, que aliás a gente super recomenda. A príncipio tínhamos cogitado alugar um carro para ir e fico feliz de não ter feito isso, porque a região é bem difícil de dirigir, afinal são os Andes né? Região montanhosa, terreno pedregoso em boa parte do caminho, tem que ser um 4×4 pra conseguir chegar lá, e sinceramente se eu puder te dar um conselho de todo coração é, não vá dirigindo, a estrada é realmente difícil, e pelo valor que pagamos no tour achamos que super compensou para duas pessoas.

E, se eu puder te dar outro conselho, lá vai: vá para Cajon del Maipo. A Paisagem é incrível, algo único na vida. Achamos a viagem mega cansativa, não vou mentir. Balança de cá, pula de lá, mas vou te dizer, vale muito a pena. Em meio a montanhas, vales, vulcões, piscinas termales você sente a grandiosidade da natureza. Um passeio de contemplação, de encontro.

Nossa primeira parada foram a Fontes Termais Valle de Colina. São 5 piscinas  aquecidas pelo Vulcão San José com uma paisagem é de tirar o fôlego. Lá além das termais há  um espaço enorme para acampar, fazer churrasco. Fiquei imaginando ficar lá à noite e ver o céu estrelado e a fumaça do San José, que segundo nossa guia pode ser vista ao anoitecer. Fiquei meio sem chão nesse lugar. A força da natureza é tão intensa, nada disfarçada. É impossível não parar para pensar em como somos pequenos, nós seres humanos, e por vezes achamos que somos tanta coisa, o centro da universo, quando na verdade há tanto mais que a gente nesse mundo. Seria tão melhor aprendermos a dividir e compartilhar né não?

Mas voltando ao passeio, das termales fomos para o grande Embase el Yeso. O Embase é um lago  artificial que represa a água de degelo da cordilheira e do Rio Maipo, localizado a cerca de 2500 m de altitude. Ele é a principal fonte de água da cidade de Santiago, com cerca de 400 milhões metros cúbicos de água limpa e cristalina vezes verde, vezes azul, depende do clima. Nesse dia estava meio nublado, mas nem por isso menos bonito. Outra paisagem de tirar o fôlego.

Voltamos de Cajon del Maipo transformados. Um passeio sem luxos. Uma comunidade simples, com uma riqueza surpreendente. A natureza é assim né? Eu nunca imaginei que gostaria tanto de me envolver com paisagens e lugares naturais  mais do que com o ambiente urbano das cidades turísticas e cá estou eu apaixonada por tudo que esse universo tem pra oferecer. Então mais uma vez só posso dizer, vá, faça o passeio, vale muito a pena. No mais, as fotos falam por mim.

 

  

 

 

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Roteiro de Viagem Santiago – Chile

Esse mês fizemos nossa primeira viagem para o Chile e vamos começar aqui uma série de postagens do nosso roteiro de viagem de Santiago e também da patagônia chilena. A verdade é que ficamos apaixonados pelo país mais cenógrafico que já vimos até agora. Cheio de  lagos, vulcões, geleiras, montanhas, vinícolas e uma metrópole incrível também.

Chegando de avião em Santiago o espetáculo já começa com a cordilheira dos Andes vista de cima. Ela também  pode ser vista de quase todas as partes da capital, uma lindeza que só não nos fez suspirar mais por causa da Fog, uma espécie de neblina de poluição que não nos deixa vê-la com tanta nitidez. Mas é emocionante olhar para essa cadeia de montanhas com mais de 4000 metros e que é tão presente na cidade toda.

Além disso, Santiago respira história. No nosso primeiro dia lá fizemos um passeio pelo Centro, que é cheio de museus, galerias de arte e monumentos históricos. Nossa primeira parada foi o bairro Paris-Londres, estávamos hospedados ali perto, e ficamos simplesmente apaixonados pelas charmosas ruas de ladrilhos e pela carga histórica do local. Grande parte da arquitetura data dos anos 20 e foi projetada por arquitetos europeus, daí o bairro parecer um cantinho da Europa. Mas infelizmente não é só o charme que marca esse bairro, a ditadura militar chilena também deixou marcas profundas ali, como em todo o país.  Há uma construção que fica no nº 38 da Calle Londres que serviu como base do Partido Socialista do Chile, mais conhecido como Cuartel Yucatán. No local muitos opositores ao regime militar de Pinochet foram torturados  e mortos . Acredita-se que mais de 90 prisioneiros foram torturados na casa e até hoje estão desaparecidos. Na frente da casa há ladrilhos com os nomes e a idade dos desaparecidos, e a casa é hoje um memorial contra a ditadura. Considero a visita a esse bairro imperdível para quem visita Santiago, pela história e pela beleza do bairro que rende lindas fotos.

Nossa próxima parada foi o Palácio de la Moneda, sede da presidência do Chile, mas que a princípio foi construído para ser a Casa da Moeda do país, quando ainda era uma colônia espanhola. Foi ali que Salvador Allende foi assassinado durante o golpe militar. É possível fazer visitas guiadas dentro do Palácio, que acontecem de segunda à sexta e você poderá escolher entre quatro horários diferentes: às 09h30 e 11h00 pela manhã e  às 15h00 e 16:h30 no período da tarde. Dia sim, dia não também acontece a troca de guarda na frente do palácio, sempre à 10h00 da manhã nos dias úteis e às 11h00 nos fins de semana. Em anexo há também o Centro Cultural La Moneda, com várias exposições legais e entrada é gratuita até meio-dia. Outro passeio imperdível em Santiago. Arquitetura linda, história rica.

De lá partimos para a Plaza das Armas, onde fica também a Catedral Metropolitana e o museu histórico Nacional. Foi ao redor da plaza das Armas que a cidade cresceu, ela é  o marco zero da capital chilena, ou seja, onde foi fundada a cidade de Santiago do Chile por Pedro de Valdívia em 1541. A Catedral é imponente, com uma arquitetura belíssima, e o museu histórico é interessantíssimo, principalmente para quem ama história como eu. Lá é possível acompanhar toda a história do país, desde a colonização, passando pela tenebrosa ditadura até os dias atuais. Há muitas maquetes e documentos históricos, pra mim mais uma visita imperdível.

Mas o que mais amei conhecer nesse primeiro dia, sem desmerecer tudo que já falei até aqui, foi o museu de Belas Artes. Uma arquitetura de tirar o fôlego e um acervo com mais de 3 mil itens, entre pinturas e esculturas de artistas chilenos e europeus.  O museu fica de frente para o Parque Florestal, um dos oásis que existem em meio à correria da capital chilena. Muito verde, muita sombra, muitos picnics. Uma delícia de lugar.

E para fechar nosso dia o Cerro Santa Lucía foi mais do que eu esperava. Que lugar maravilhoso gente. Também no meio da cidade, o cerro tem uma vista incrível da cidade e dos Andes, é super alto, tem uma fonte e escadarias que levam a um mirante localizado no topo e que proporciona um belo visual panorâmico da região central da cidade e claro da linda cordilheira dos Andes. Pegamos o início do pôr-do-sol, e a beleza era tanta que nem lembramos que estávamos super cansados de andar o dia todo. O Cerro Santa Lucía mora no meu coração, sério, se eu for a Santiago 10 vezes, visitarei ele em todas elas.

Foi assim nosso primeiro dia em Santiago, e posso dizer que fomos positivamente surpreendidos por essa cidade que  já amamos. A noite desse dia eu conto em outro post. Termino esse dizendo, visitem o Chile.

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Viagem ao Rio de Janeiro

Esse mês fomos ao Rio. Primeira viagem ao Rio de Janeiro do Dhanner, que tinha um certo preconceito com a cidade, mas voltou com outros olhos. Pré-conceito de quem não conhece ao vivo, só pelo olhar da mídia. Dhanner não é muito disso, mas com o Rio não sei porque isso acontecia. Uma ideia de violência constante e de cariocas não muito simpáticos. Mas enfim, como eu ia para o Rock in Rio e ele tinha alguns dias de folga, resolveu me acompanhar. A sogra foi também, combinamos de ir ao festival juntamente com minha cunhada e os tios e prima do Dhanner, mas, acabou que minha cunhada não pode ir de última hora, e Dhanner acabou indo para o Rock in Rio também, não muito feliz, não é muito chegado a multidões.

Ficamos no Rio de Janeiro um total de 4 dias, de quinta a domingo. Na quinta conhecemos Botafogo, onde alugamos um apartamento pelo Air BNB. De frente pra praia, ótima localização e precinho camarada. Nesse dia, como chegamos na hora do almoço, procuramos um local para almoçar. Dhanner comeu no Hell’s Burguer, que foi super recomendado em vários sites e realmente vale a pena, carne suculenta, batatas fritas de verdade. Eu e minha sogra, Adriana, fomos de comida mexicana. Depois fomos visitar a Casa de Cultura Rui Barbosa, um local maravilhoso em Botafogo, cheio de história e com um jardim super lindo e calmo que te faz esquecer o caos do trânsito que está rolando lá fora. Fizemos a visita guiada pelo último lar de Rui Barbosa. De lá fomos ao Botafogo Praia Shopping, comemos uma pizza supervalorizada na pizzaria Tiramissù. Eu não gostei, pizza cara, massa super fina, fina mesmo que nem papel, não tô exagerando. Já tinha comido uma pizza assim antes, e não acho que massa de pizza tem que ser fina desse jeito. Mas enfim, questão de gosto. Depois comemos uma torta deliciosa no térreo do shopping, num café chamado Cafeína. Torta trufada. Chocolate puro. Maravilhosa. Nesse dia paramos por aí porque estávamos bem cansados da viagem.

Na sexta fomos cedo caminhar no calçadão de Ipanema. Tirei foto com dois amigos, Carlos Drummond de Andrade e Dorival Caymmi. Sempre quis um foto nas estátuas deles, e dessa vez consegui visitar. De lá fomos ao forte de Copacabana e visitamos o museu. Bem difícil visitar um museu com temática militar no Brasil, uma história digamos meio distorcida, mas enfim, a vista do Forte vale super a pena, sem falar que dá pra comer uma bela torta na confeitaria Colombo, que fica dentro do Forte. De lá fomos almoçar em Ipanema no L’entrecôt de Paris, restaurante do Olivier que tem apenas um prato, o corte Entrecot com molho secreto e batatas infinitas. A comida é realmente muito boa, me acabei nas batatas e na sobremesa depois. Pedimos duas, uma esfera com calda de nutella e sorvete de creme (que pra minha decepção era da Kibon, porque não fazer seu próprio sorvete gente?), e o famoso mousse do L’entrecôt que é realmente maravilhoso, tipo o meu =). Tô pra dizer pra vocês que consigo reproduzir aquele molho secreto, vou tentar um dia e se conseguir eu conto pra vocês.

Depois do almoço demos uma volta na lagoa Rodrigo de Freitas para digerir tanta batata e de lá fomos passear no parque Lage. Já conhecia o Parque Lage, mas é sempre bom ir pra lá. Muito verde, muita natureza, muita calma. Pena que já estava tarde e fica meio perigoso, o parque é muito grande, não tem segurança em toda parte, então ficamos pouco. À noite fomos conhecer um pouco da noite em botafogo e aproveitar para jantar. Comemos comida indiana, mas eu não lembro o nome do restaurante, só lembro que estava muito bom e que era perto do T.T Burguer de Botafogo. E assim foi nossa sexta no Rio. O resto da viagem fica pro próximo post.

Beijos

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Último dia da nossa viagem para o Uruguai – Dia 2 Punta del Este

No último dia da nossa viagem para o Uruguai fomos à praia. Foi divertido porque eu e Dhanner raramente escolhemos um destino para viajar que tenha praia. Fomos à playa Mansa, que ficava bem próxima ao nosso hotel, o dia estava lindo e a praia lotada. A água é gelada, e o local onde estávamos era parte da baía do rio da Prata. Passamos a manhã toda na praia e depois fomos conhecer os bairros mais afastados do centro da cidade e aproveitamos para almoçar por lá.

Fomos em direção contrária de Montevidéo, partindo de playa Brava, chegamos ao rio Maldonado onde fica a ponte Ondulada que é uma ponte que parece um tobogã cheio de ondulações. Do outro lado da ponte fica La Barra, um bairro cercado de praias e bem animado. Almoçamos num restaurante/lanchonete chamado Chill Out onde eu comi um Chivito de camarões no ciabatta maravilhoso. Chivito é uma espécie de sanduíche  típico do Uruguai, quase toda lanchonete serve Chivitos. Dhanner ficou com um hamburguer tradicional, que também estava muito gostoso. O clima do local era muito agradável, e o proprietário se divertiu tentando falar português com a gente. A cada 5 minutos ele vinha na nossa mesa falar algo.

Depois do almoço passeamos pelas praias de La Barra e de lá voltamos para a península para assistir mais um por-do-sol espetacular em Punta, o último de nossa viagem. Depois comemos churros perto do hotel, descansamos um pouco e passeamos na noite de punta para nos despedirmos da cidade. Acabamos jantando empanadas de novo porque amamos as empanadas e queríamos comer mais uma vez. Fomos a uma outra casa de empanadas mais distante do hotel, mas não eram tão gostosas quanto as que havíamos comido no dia anterior então passamos nas Empanadas Loucas e comemos mais algumas.

Nesse dia fomos dormir cedo porque nosso voo era bem cedo em Montevidéu então saímos de madrugada de Punta, entregamos o carro no próprio aeroporto e embarcamos rumo ao nosso querido país Brasil, não sem antes comprar maquiagem no freeshop =). Como Vitória não tem aeroporto internacional, sempre temos que fazer escala, e dessa vez a escala foi cruel, foi café, almoço e a tarde toda em Guarulhos. Aproveitamos o tempo pra colocar as séries em dia, comer nosso sanduíche favorito do Pizza Hut e tomar café no starbucks.

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Viagem para o Uruguai – Roteiro dia 5 – Punta Del Este

O roteiro do dia 5 da nossa viagem para o Uruguai foi o primeiro dia oficial em Punta del Este. Aproveitamos a manhã para desbravar a cidade, andamos pelas ramblas que são a maior parte da dela e depois fomos até o farol. Com 44 metros e o farol fica em frente à Iglesia de la Candelaria, não há muito para se ver por ali, é chegar tirar foto e ir embora. Uma rua calma e tranquila.

Estávamos hospedados na península, que é o centro da cidade então desbravamos bem esse local. Uma das atrações é o Porto de Punta del Este, ali há vários restaurantes e muitos iates ancorados. Aliás não sei se já comentei, mas Punta é uma cidade de pessoas ricas,  regada a champanhe e restaurantes caros. Quase todas as lojas tem seus preços em dólares, é uma cidade turística aberta dia e noite.  Do porto é possível fazer passeios para ilhas próximas, tudo cobrado em dólar também, por isso claro que não fomos, os preços não eram muito convidativos para nosso bolso. Ali é possível ver leões marinhos se exibindo para os turistas em troca de peixes, uma fofura. Não deu pra tirar foto porque é muito rápido, mas depois postaremos um vídeo.

Do porto fomos para o Monumento de Los Dedos ou El Ahogado que fica em Playa Brava, bem próximo do nosso hotel. Feito em 1982, pelo artista chileno Mario Irrazabál, durante o Primeiro Encontro Internacional de Escultura Moderna ao Ar Livre de Punta del Este,o monumento é interpretado de várias formas podendo significar a mão de uma afogado ou  um homem surgindo para a vida. O local vive infestado de turistas, então a foto é quase sempre coletiva. Vale muito a pena, é lindo, dá vontade de ficar horas olhado pra ele que realmente tem um quê de filosófico.

Depois partimos para almoçar e nossa missão era gastar pouco. É quase impossível comer barato em Punta, mas há algumas poucas opções, e escolhemos uma delas para nosso almoço. Era um restaurante pequeno que não lembro o nome, bem próximo ao nosso hotel, comemos um famoso PF e depois fomos para o museu Ralli que é sem dúvida um dos passeios mais imperdíveis da cidade. O museu reúne trabalhos de diversos artistas  e algumas esculturas exclusivas de Salvador Dalí. aliás o museu tem dois pátios lotados de esculturas enormes, simplesmente fabuloso.

O museu Ralli fica no bairro Bervely Hills, um bairro que faz jus ao nome, cercado de mansões e ruas largas que comprovam que Punta Del Este é uma cidade de ricos. De lá fomos para Playa Mansa para ver o pôr-do-sol que é sempre um espetáculo a parte. Depois tomamos uma café no Pecas Café e Helados, e tirando a cheesecake que era falsa, o que me deixou muito brava, o resto estava sensacional.

À noite saímos para comer, tínhamos planejado jantar no Cassino Conrad, mas depois vimos várias avaliações negativas e desistimos. O Conrad é um hotel, Cassino e Restaurante que fica em Playa Mansa, o maior da Punta acredito. Acabamos comendo empanadas porque a maioria dos restaurantes era de frutos do mar, e Dhanner não é muito fã, como eu queria que ele aproveitasse também, preferi escolher algo que agradasse aos dois. Descobrimos uma casa de empanadas perto do hotel que tinha empanadas espetaculares. Primeira vez que comemos boas empanadas no Uruguai. O local era simples, mas uma boa surpresa, o dono super simpático e ainda estava tocando música brasileira. Aliás ouvimos muita música brasileira tocando em Punta, de funk a MPB.

Na cidade que funciona 24 horas passeamos bastante à noite, entrando e saindo de lojas, visitando barracas, tomando helados; nosso vício. Amamos Punta, o clima praiano, as pessoas na rua o tempo todo, e esse foi nosso primeiro dia em Punta.

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Viagem para o Uruguai – Último dia em Montevidéu – Roteiro

A sexta-feira da nossa viagem para o Uruguai foi o último dia em Montevidéu. Nesse dia alugamos um carro pois no fim da tarde iríamos para Punta del Este, e o carro agora facilitaria muito nossa vida. Até então tínhamos usado sempre o Uber, que funciona muito bem na capital. Fizemos check-out no hotel logo cedo e fomos buscar nosso carro. Alugamos na Europcar por ter, além de preços melhores, mais facilidade na locação. Lá você pode pagar um seguro proteção total e não precisa deixar nenhuma garantia ou caução. As outras locadoras chegaram a nos pedir mil dólares de caução no cartão de crédito, o que comprometeria pra caramba nosso limite. O seguro total também é bom porque você fica mais tranquilo, em caso de acontecer algo com o carro já está tudo coberto.

Da locadora fomos para a vinícola Bodega Bouza. É preciso fazer a reserva antecipadamente pelo site e é um passeio que nós super recomendamos. Além da visita guiada sobre a produção de vinho deles, ainda há degustação e almoço no restaurante de lá. Como eu e Dhanner não bebemos, apenas almoçamos, mas pra quem gosta de vinhos vale a pena, o vinho deles é muito famoso, de uva Tanah que tem alta concentração de tanino. Mas enfim, a refeição estava deliciosa. Eu pedi um Baby Beef com batata gratinadas e Dhanner pediu um carré de cordeiro com purê de abóbora, tudo divino. O único problema foi a sobremesa que pedimos e acho que esqueceram de nós. No fim cansamos de esperar e cancelamos, mas mesmo assim recomendamos o almoço lá.

Saímos de Bodega Bouza rumo a Punta del Este, no caminho paramos em Casapueblo, outra visita indispensável no Uruguai.  Casapueblo fica em Punta Ballena, bem perto de Punta del Este. É  a antiga casa do artista plástico e arquiteto uruguaio Carlos Páez Vilaró, que faleceu em 2014, hoje a casa se tornou um  museu, uma galeria de arte, um restaurante e um hotel , tudo dentro da estrutura.  O preço pra entrar é meio salgado, 240 pesos, mas vale super a pena. Conhecemos as obras do artista, tomamos um café com croissant e ficamos para o por-do-sol numa vista incrível. Na hora do por-do-sol soltam um áudio de Vilaró que é um poema ao sol, e aí você participa de uma verdeira cerimônia. Vale muito a pena.

Saindo de Casapueblo fomos direto pra Punta, conhecemos o hotel, ficamos no Shelton que não tinha uma estrutura tão boa quanto o nosso hotel de Montevidéu, mas a localização era ótima, bem no centro da cidade, perto de tudo. Ficamos encantados com Punta, nesse dia saímos pra comer e percebemos que a cidade toda funciona 24 horas por dia, de lojas a restaurantes. Comemos um hambúrguer artesanal delicioso e depois demos uma volta para conhecer a região. Mas isso é assunto para o próximo post.

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Viagem para o Uruguai – Montevidéu – Roteiro dia 2

O roteiro do dia 2 da nossa viagem para o Uruguai foi no centro histórico de Montevidéu. Começamos pela visita guiada no Teatro Solis que é gratuita às quartas-feiras. Gente que teatro maravilhoso, carregado de história, de cultura, de arte. Fizemos a visita em português, a segunda do dia que começa às 11 horas. A Guia nos leva a todas as salas e explica a história do teatro. Em alguns momentos a visita é “interrompida” por encenações de atores que são alunos das aulas de teatro do Solis. O Governo do Uruguai investe pra caramba em arte e há inúmeras peças a preços bem camaradas. Infelizmente nos dias que estaríamos na cidade não havia nenhuma peça em cartaz.

Do teatro partimos por um passeio pela cidade Velha (Ciudad Vieja). Esse nome se dá porque antes a cidade era cercada por um muro que depois foi derrubado para expandir os limites da capital. Ainda há o portal do muro que fica do lado da Praça da Independência. A parte da cidade depois do portal ficou então conhecida como a cidade velha e o restante é tudo que foi expandido depois. Fomos até o mercado municipal e comemos a verdadeira parrilha uruguaia no restaurante El Palanque. Carne no ponto perfeito, linguiça suculenta, batatas deliciosas. Um almoço que vale cada centavo.

Depois, continuamos explorando o centro, fomos até o porto, compramos alfajores, souvenirs e outras coisinhas.  A próxima parada foi o Museu Histórico Cabildo que fica em um edifício da época colonial localizado na Praça Constituição. O museu guarda um acervo da história de Montevidéu desde a época colonial e tem um arquitetura incrível. Na sequência passamos na livraria Más Puro Verso que fica na Peatonal Sarandí e é sem dúvida a livraria mais incrível da cidade, com seu vitral e escadarias.

Depois de algumas comprinhas pelos centro, voltamos para o hotel. À noite saímos para jantar e passear pelo centro. A 18 de julho é super movimentada à noite por isso dá pra andar de boa. O restaurante de empanadas que íamos estava fechado e não achamos nenhum outro pelo centro então acabamos pedindo empanadas pelo app. Infelizmente não tivemos sorte, as empanadas pareciam ser feitas de massa pronta, uma decepção pra quem estava louca pra provar as empanadas uruguaias. E assim finalizamos nosso segundo dia no Uruguai, mais uma vez exaustos pelas longas caminhadas, mas felizes por um dia produtivo.

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