Casamento DEK

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Adotar é muito bom. E muito sério.

Vocês já conhecem a Dinah e o Oliver, nossos gatinhos. Os dois foram adotados. A Dinah eu e o Dhanner achamos no dia do meu aniversário em 2012. Assustada, suja, cheia de verminose. Foi amor à primeira vista e é amor para sempre. O Oliver chegou há pouco mais de um mês. Ele é filhote de uma adoção da minha mãe. E estamos apaixonados por ele também. Estou escrevendo tudo isso pra chamar atenção para como adotar é bom, mas também é muito sério. No dia que decidimos ficar com a Dinah sabíamos que teríamos que ter alguém pra cuidar dela quando viajássemos. Que corríamos o risco de ter o sofá seriamente arranhado.  Os sapatos também. Que ela ia aprontar, mas que a alegria que ela traria pra casa ia compensar sempre. E é bem assim. Muita travessura. Muita gostosura. E o Oliver chegou aprontando. Comendo o dobro que a Dinah come. Pulando todas as janelas e com isso sujando todas as paredes. E sendo um lindo, amoroso, apaixonante. O que quero dizer é que há várias implicações ao se adotar um bichinho. Eles são fofos, mas vão te tirar do sério. Dão alegria e muito trabalho também. E eu vou encorajar sempre a quem quiser adotar, mas que pense bem antes. Um gato, um cão, um peixinho ou seja lá qual for o bichinho não é um objeto que pode ser devolvido, trocado, largado. Eles tem sentimentos, eles sentem, eles merecem respeito. Por isso adote. Adote com consciência. E assistam o curta abaixo. Ele me fez chorar e escrever esse post.

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