Casamento DEK

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Casamento com luzes. Muitas luzes

Uma das coisas que eu não abri mão no nosso casamento foi do varal de luzes. Eu tinha uma pasta com um milhão de referências de casamentos cheio de luzes e sempre sonhei em ter isso no meu. As luzes amarelas do varal deixam o ambiente mais agradável, aconchegante. Usar luz branca passa frieza, o clima não é o mesmo. Falo isso não só por gostar, mas por experiência na área de comunicação visual.
Outro aspecto que me fez querer um varal foram as fotos. Como ficam lindas as fotos com tantas luzes. Dá pra desfocar e trabalhar um milhão de possibilidades. Não foi a toa que meu fotógrafo abriu um sorrisão quando eu disse pra ele que meu casamento teria um varal de luzes.
Enfim, melhor do que falar é mostrar. Seguem algumas fotos do nosso varal no casamento, e também referências de decoração com varal de luzes. Vejam que coisa linda é casamento com varal de luzes.
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4º lugar – O jogo da Imitação

Aqui eu já começo a falar não dos meus preferidos, mas dos que considero bom nos que restaram da lista dos 8 indicados. Para mim esses filmes não deveriam estar na lista, mas vou considerar o ponto forte deles e deixar os fracos para lá. Não que não valham a pena assistir, valem sim, mas não entendi muito bem a indicação. O jogo da imitação seria então, o meu 4º lugar.

O jogo da imitação é mais uma cinebiografia na lista. O período histórico é a 2ª Guerra Mundial, o personagem principal é Allan Turing, considerado o pai do computador. A narrativa é relevante, a história interessante, a ambientação do período é muitíssimo boa, mas eu senti que o filme se perde um pouco, fica cansativo, com muitos clichês e frases de efeito. O roteiro é narrado em 3 períodos diferentes mostrando a juventude, a época da guerra e a condenação de Turing, gênio da criptografia que é contratado pelos Aliados para decifrar o código nazista e abreviar assim a guerra. Brilhantemente vivido por Benedict Cumberbatch, se há algo em que não se pode colocar defeito é na interpretação do ator que dá a  The Imitation Game, a atuação mais rica de sua carreira com um discurso reticente,  tímido e delicado. Um homem obcecado pelo trabalho, absurdamente racional a ponto de não ter timing para entender uma ironia e que ainda  precisa esconder sua homossexualidade, proibida por lei na Inglaterra dos anos 40.Um personagem estranhamente carismático. A indicação de Cumberbatch ao Oscar sim não é questionável. Além disso, o time de atores ingleses que dão vida aos demais personagens também contribuem para que o filme, embora cheio de pequenos deslizes, seja interessante de se ver. Até a Keira Knightley surpreende, formando uma bela dupla com Cumberbatch.

Enfim, vale a pena assistir ao filme. Dirigido pelo norueguês Morten Tyldum, que usou até máquinas originais da 2ª guerra, o filme tem autenticidade e mostra uma parte da história que vale a pena ser conhecida.

THE IMITATION GAME

THE IMITATION GAME

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THE IMITATION GAME

 

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3º lugar – A Teoria de Tudo

Esse é finalmente o filme favorito do Dhanner na lista do Oscar. A Teoria de Tudo é uma cinebiografia do físico Stephen Hawking. Um filme cheio de sensibilidade que, apesar de retratar a vida nada fácil do gênio responsável pela teoria dos buracos negros que é portador de  de esclerose lateral amiotrófica, não cai no gênero dramalhão. A Teoria de tudo consegue ser um filme leve, com pitadas de divertimento e muito romance. Um roteiro bem executado pelo diretor James Marsh.

Merece um parágrafo só dele o ator britânico Eddie Redmayne que interpreta Hawking. Uma atuação fenomenal carregada de emoções e bem administrada. Redmayne soube mostrar desde o jovem brilhante que se apaixona, o jovem que descobre uma doença degenerativa, o marido que precisa depender da esposa para executar coisas simples do dia-a-dia até o homem  cientista que não para diante das dificuldades de fala e mobilidade e todos os problemas que vem junto com isso. O ator já levou o Globo de Ouro por sua interpretação e é bem provável que leve, merecidamente, o Oscar também.

Outro destaque é Felicity Jones, que interpreta a esposa do físico. A atriz consegue transmitir uma força emocional só com seu olhar.  Ela passa da jovem cheia de sonhos à esposa que enfrenta junto com o marido cada dificuldade que a doença vai trazendo. Ao olhar para a atriz na metade do longa, quando a vida de cuidados com Hawking se mostra difícil, realmente parece que ela passou anos cuidando do marido doente. A paciência na fala, sua expressão, seu choro contido. Tudo parece muito real.

Um filme emocionante, que ainda traz uma mensagem de luta e persistência, principalmente quando nos lembramos que Stephen Hawking está na ativa até os dias de hoje mesmo passando por tudo que passou e passa. Como diz seu personagem: “Não deve haver limites para o esforço humano. Somos todos diferentes.” 

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2º colocado – Grand Hotel Budapeste

Um filme de cores fortes, personagens excêntricos, enquadramentos minuciosamente bem pensados e uma história deliciosa. Esse é Grand Hotel Budapeste, do diretor Wes Anderson que também assina o roteiro. O diretor é famoso por filmes fora do padrão e que acabam sendo elogiadíssimos, e Grand Hotel Budapeste não foge à regra.

A história é contada em tom fabulesco. Ambientada na República (imaginária) de Zubrowka, situada no leste europeu, onde se destaca o grande hotel localizado no alto de uma montanha. O período histórico é início do século 20, marcado pela  “Belle époque”  que cedeu lugar a um crescente fascismo, que culminou com uma guerra. O hotel vive as consequências desse período. Em cena, Ralph Fiennes como o concierge, M. Gustave,  Jude Law como o escritor ,  a incrível atuação de Tilda Swinton, irreconhecível na pele da velha milionária, Madame D.,  Toni Revolori que vive Zero, o fiel escudeiro do concierge e  Saoirse Ronan, sua namorada Ághata. O filme ainda traz Bill Murray, Edward Norton e Adrien Brody com personagens brilhantes.

A teatralidade e os excessos são a principal pitada de humor do filme que também flerta com a literatura. O foco central é a amizade de Zero com o Concierge M. Gustave, um homem que ama sua profissão e suas amantes idosas que se hospedam no hotel. Quando uma delas morre, Madame D., M. Gustave acaba herdando uma pintura famosa da milionária, o que não agrada a família de luto.  A partir de então começa a disputa pelo quadro, em uma confusão com um tom próprio de humor, muito característico do diretor. Grande parte da história faz parte do passado na trama, e é narrada por Zero no presente em meados dos anos 60, para o escritor vivido por Jude Law. Durante todo o filme somos transportados do presente para o passado, a fim de conhecermos a verdadeira história do Grand Hotel Budapeste.

Enfim, não vou ficar contando detalhes porque só assistindo para entender o que quero dizer. Creio que os amantes de Amelie Poulain e sua estética, como eu,  irão se identificar com esse filme fantástico. Gosto tanto de Grand Hotel Budapeste que acho que ele é meu primeiro lugar junto com Boyhood.

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The Grand Budapest Hotel

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Fotos

Tava eu fazendo uma limpa no computador eu achei essas fotos fofas que ainda não tinha postado. Da época de namorados/noivos ainda. <3

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Mês do Oscar – Boyhood

Mês de janeiro passou voando, e hoje já são 4 de fevereiro. E fevereiro é o mês do Oscar e eu e Dhanner temos uma tradição de assistir a todos os filmes concorrentes, o que já fizemos, hahaha. A gente não dá muita importância para o prêmio em si. Sabemos que um prêmio não é capaz de julgar quem é o melhor, até porque isso é muito relativo. Mas gostamos de pegar a lista e assistir porque geralmente os filmes, pelo menos a maioria deles, são muito bons, e se destacaram no ano anterior. Pudemos comprovar que 2014 foi um ano bom para o cinema, apesar de a lista de indicados, a nosso ver, não ser tão justa assim. Mas ainda chegarei nesse assunto em outras postagens. Hoje eu preciso chegar em Boyhood, um dos filmes indicados. O meu preferido na verdade. Não o do Dhanner. A questão é, esse mês o blog terá muito sobre cinema, pois vamos falar um pouco sobre cada um dos filmes indicados em cada postagem. Eu vou na minha lista decrescente, do que mais gostei até o que menos gostei. Vou de cara nos melhores até porque se você quiser assistir eu quero começar te indicando filmes bons.

Então vamos lá, Boyhood. Desde seu lançamento eu fiquei curiosa para assistir pelo que mais chamou atenção de todo mundo no filme: ele demorou 12 anos para ser filmado. Isso porque o diretor e roteirista Richard Linklater teve a grande sacada de acompanhar o crescimento, da infância à juventude, de um mesmo ator, o fofo Ellar Coltrane que começa o filme com 6 anos e termina ele com 18. Demais né?

Demorei para assistir porque é um filme  grande, 163 minutos. São mais de duas horas que eu imaginava, seriam cansativas. E é justamente aí que está a beleza do filme. Ele fala sobre a passagem de tempo de uma forma tão natural que o espectador não vê o tempo passar. A gente vê duas crianças, irmãos que crescem ao lado da mãe divorciada, e que passam por todas as etapas que nós já passamos um dia, e isso é tão bom de se ver, de se sentir. Uma nostalgia gostosa que te faz assistir a um filme e lembrar da sua própria vida ao mesmo tempo.

O contexto histórico ajuda muito. Em 12 anos muita coisa aconteceu, e esse amadurecimento de cada um dos personagens no decorrer de suas vidas é marcado por mudanças históricas e culturais no mundo lá fora. E por mais que o foco seja o garoto que era tão pequenino no início e termina o filme com seus 1,80m (chutando), a verdade é que o longa acompanha de uma forma muito bacana a evolução de cada um dos personagens. A irmã que passa pela fase criança pentelha, adolescente rebelde e jovem/adulta bem sucedida. O pai que demora para crescer, com seu conversível, vivendo com colega de quarto, mas que um dia precisa virar adulto. A mãe e suas experiências amorosas fracassadas, sua evolução profissional, sua luta e persistência para viver sua vida e criar dois filhos. E o garotinho Mason,que mesmo vivendo uma infância de caos, sucessivas mudanças de endereço, bullying, consegue se tornar, como sua irmã, um jovem sensato e interessante.

Boyhood, fala da vida. Sem enfeites, sem reviravoltas impressionantes. É a vida que passa e nos torna quem somos. Com um trilha sonora de tirar o fôlego para embalar esses instantes que os personagens vivem. E que gente de carne e osso como eu e você também.

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Boyhood

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Dica de Filme: A 100 passos de um sonho

Eu vi gente criticando “A 100 passos de um sonho” argumentando ser um filme que trata de um tema sério de forma superficial. Eu francamente não o vi assim quando  assisti e nem quero parar para refletir se o filme deveria ter se aprofundado mais em xenofobia e etc. Porque, embora eu acredite que o cinema é uma importante arma de protesto e crítica, também considero a parte do entretenimento e não vejo problema em filmes leves sem tanta profundidade. Para mim que amo culinária, esse filme foi lazer por lazer, e qual o problema nisso? É uma delícia de assistir, divertido, vibrante, cheio de cores.

A questão toda é que o filme retrata uma família de indianos que se mudam para o sul da França e abrem um restaurante em frente a um premiado restaurante francês que busca sua segunda estrela do Guia Michelin. No início sofrem com o preconceito da dona do concorrente e de seus funcionários e aparentemente esse tema deveria ter sido tratado com mais profundidade. Mas o filme desde o início se apresenta como um filme de comédia com pequenos dramas que se acentuados o tornariam pedante e sério demais. Para mim o diretor Lasse Hallström, do também delicioso Chocolate acertou no tempero, nos trazendo um filme sensível e cheio de charme.

O filme começa na Índia onde a família tinha um restaurante que é incendiado por conta das disputas políticas do país. Assim Hassan, que aprendeu a cozinhar com sua mãe, juntamente com seu pai e irmãos se mudam para a Europa em busca de um nova vida.  E o acaso, ou o problema do freio de uma van, faz com a família chegue a uma cidadezinha no sul da França onde Madame Mallory, brilhantemente vivida por Hellen Mirren tem seu restaurante, já premiado com uma estrela Michelin.  Ela inicia uma guerra com os indianos que ousam instalar seu restaurante em frente ao dela. Mas, ao perceber que Hassan é um chef nato os dois acabam se unindo para transformar o rapaz em um chef premiado. A comida está presente em todos os momentos. Unindo, trazendo paixão, dando lições.

Outro destaque do longa é o ator indiano  Om Puri, o pai de Hassan cheio de tradições mas que é o mais cômico do elenco. Há também o envolvimento amoroso de Hassam com Margueritte (Charlotte Le Bom), a sous chef do restaurante francês de Madame Mallory, dando a pitada de romantismo ao filme. Enfim, a 100 passos de um sonho é filme de entretenimento por entretenimento, leve e bonitinho. Eu recomendo princialmente pra quem gosta de filmes com o assunto culinária.

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Piquenique

Fazendo uma limpeza no computador, já que eu consegui ocupar 1 Tera no HD. achei várias fotos que tiramos para postar e nunca postamos. As fotos abaixo foi do piquenique que fizemos sem sair de casa. Cheio de gordices, o que explica a razão dos quilos a mais nesse ano. Mas enfim, esquecendo um pouco da parte chata que comer nos acrescenta, é uma ótima ideia forrar uma toalha em um canto da casa e preparar um lanche,sair um pouco da rotina e se divertir, em 2014 fizemos pouco isso. De agora em diante quero tentar mais vezes. Fugir do comum. Inovar e não deixar que a rotina ocupe todo o espaço.

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2014

2014 passou voando. Voando e nos ensinando. Em 2014 nos casamos. Em 2014 começamos a aprender o que é viver a dois. Dividir a vida, as finanças, o quarto, a comida, tudo. Aprendemos, ou melhor, estamos aprendendo que nem sempre isso é fácil. Nesse ano mudamos radicalmente nosso vida profissional. Não foi fácil, mas valeu a pena. Fizemos muitos trabalhos. Aperfeiçoamos nossos dotes culinários. Aprendi a desenhar. Comecei a aprender a costurar. Dhanner aprofundou suas habilidades em SEO, HMTL, foto, vídeo. Passei no mestrado. Viajamos. Nos apaixonamos por Buenos Aires. Queremos voltar. Adquirimos coisas que eram sonhos (mais tarde daremos mais detalhes). Crescemos. Fomos infantis às vezes. Mais uma vez aprendemos. Amamos. Fizemos novas amizades. Fortalecemos amizades que já existiam. Percebemos que algumas não eram bem amizade como pensávamos. Nem tudo é bom né? Perdemos pessoas queridas. Nasceram pessoinhas queridas. Nos tornamos, cada vez mais, tios. Criamos novos pratos. Comemos. Engordamos. OMG. Fotografamos. Filmamos. Andamos de bicicleta.Começamos projetos. Paramos projetos. Fomos pais da Dinah. Eu ganhei uma família nova. Dhanner ganhou uma família nova. Nos tornamos uma família. Oramos. Cantamos. Dançamos. Vivemos. 2014 teve seus altos e baixos, mas foi um ano bom. Muito bom. Deus supriu todas as nossas necessidades e realizou sonhos que nem imaginávamos que se realizariam nesse ano. A aliança do casamento é forte mesmo. Estamos vivendo isso. E para 2015 só queremos prosseguir. Com mais fé, mais comunhão. Muita coisa boa vem por aí no casamento D²eK. Porque andamos a três. São dois Ds e um K. Aliás, se contar a Dinah são 3 Ds. 516

tios

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casamento civil

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tratada

praia   bicicleta

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Nossa Decoração de Natal

Fizemos nossa decoração de natal desde novembro, mas esquecemos de postar =). Ano passado usamos vários DVDs para compor nossa árvore de natal, ilustrando nosso amor pelo cinema. Vocês podem ver aqui. Esse ano resolvemos usar outra de nossas paixões que é cozinhar e fizemos uma árvore de doces. Usamos pratos de doces e as bolas de natal em forminhas de brigadeiro e cupcake, além das luzinhas que não podem faltar.

Esse será nosso primeiro natal casados de muitos que virão. Será que algum dia faremos uma árvore tradicional?

enfeite natal

presepio star wars

quadros casamento

arvore-de-natal-diferente

bola de natal

decoração natal

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